Violeiros Matutos

"Minha Segunda Familia"

 

Eita Matutada boa de viola sô!

Com esse pessoal eu me divirto muito, só tem cara de serem sérios, mas só eu sei o quanto dou risada e vejo que de sério é só a cara!!!rsrsrs Eu não vou falar aqui da nossa vida profissional, pois pra conhecer o nosso trabalho, (“nosso” porque também faço parte do grupo), tem que entrar no site www.violeirosmatutos.com.br e ler.

Mas...vou começar falando do Dr. Ari. Quando eu o conheci achei ele com uma cara de bravo!  Mas sempre foi ele quem puxou nossas orelhas e ainda puxa quando necessário.  Pois todos sabem, não é fácil trabalhar com música e quando o desânimo no pega, aí vem o Dr. Ari com a injeção de ânimo e colocando todo mundo pra trabalhar ... esse é o Dr. Da Coragem!

Bom, seguindo a ordem alfabética...rsrs, vou dizer à respeito de um matuto Peito de Aço, Ouro, Diamante e assim por diante, o inconfundível Cláudio Rugene. É engraçado quando estamos ensaiando alguma música e, muda tom, sobe mais um tom e vai indo até chegar no “Tom Rugênico”, ou seja, só o Cláudio alcança!!!!  Este matuto é uma pessoa de muita fé, muita luz, uma pessoa que aprendi a ter muito respeito e admirar demais. Tem um outro Matuto que é uma figura e domina a arte de tocar violão de sete cordas, o Mano Robson, é assim que a gente o chama. Quando a gente se cumprimenta ele fala pra todo mundo: “E aí mino, e aí mina, firmê, belê?”, é muito engraçado! Gente boa e especial demais, tem um coração do tamanho do mundo!

O Sérgio é meu pãozinho de queijo, é assim que eu o chamo. É engraçado que quando eu o chamei assim pela primeira vez ele virou pra mim e me disse: “E você é minha paçoquinha!”. Sem comentários, é o amor da minha vida!

Valmir, grande amigo nosso e está sempre por perto, e quando estamos todos juntos haja fôlego pra tanta risada, ele é uma figurinha muito especial e que enriquece o elo da nossa amizade.

O Matuto Wesley tem cara de mau, mas não é não, é só a cara mesmo, quem não o conhece é que sabe o quanto ele é importante pros Matutos. Ele com esse jeitinho de tímido, meio envergonhado, só “fica na dele”, enquanto que a viola na mão dele saí até fumaça, pois toca muuuito.

E finalmente o nosso amigo Vinícius. Confesso que quando começamos a ensaiar, eu achei que não ia dar certo esse tal de baixo com a viola. Ah, mas quando começamos a tocar, vi que aquilo tudo parecia coisa de outro mundo de tão bonito que ficou! E fora que, a pessoa maravilhosa que é o Vinícius. No começo ele tinha vergonha de brincar com a gente, mas agora já “domina a arte” e até ganha de todos do grupo.  Uma pessoa também muito especial! 

Esse pessoal, como já disse, é a minha segunda família.

   
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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